Início » Blog » Uma aula básica de crítica literária!

Créditos:
Fonte do vídeo

Josué Mota

Josué Mota é o idealizador e autor do Lima Mota, um portal dedicado à tecnologia, ao marketing digital, ao WordPress, ao SEO e às soluções inovadoras para o ambiente digital. Apaixonado por conhecimento, inovação e empreendedorismo, compartilha conteúdos, dicas e informações que ajudam pessoas e empresas a explorar melhor as oportunidades da internet.

Com interesse em estratégias de presença digital, criação de sites, Google Ads, ferramentas tecnológicas e produção de conteúdo, Josué busca apresentar informações úteis, práticas e acessíveis para quem deseja aprender, evoluir e alcançar melhores resultados no mundo digital.

Veja todas as postagens

36 comentários

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Recentemente fui apresentada a esse canal pelo acaso. E que achado foi esse?! Fico assistindo seus vídeos enquanto trabalho em casa, sou professora de ensino fundamental de língua portuguesa, ou ainda, quando faço os afazeres domésticos. E é um prazer me deleitar com suas opiniões, reflexões, estudos… Enfim, estou gostando do que estou vendo e ouvindo.

  • 24:50 então professor mas os símbolos colocados no conteúdo do anel ou do homem que virou um inseto são significações do conteúdo, então o conteúdo importa. A falta de contato da família com o Gregor e ele estar fora do contexto da família é conteúdo, então conteúdo importa!
    Esse é meu ponto, não consigo entender que a qualidade da obra é simplesmente estética, sem considerar o conteúdo, por isso não consigo entender como que a boa literatura seja apenas estética e descolada do conteúdo?!
    Continuo com a mesma percepção e entendimento, a boa literatura me parece ser um conjunto de várias coisas, inclusive do conteúdo, e esse vídeo só me mostrou mais isso.
    Vou ter de procurar mais infos para entender o que o senhor disse no vídeo postado hj sobre o conteúdo x a estética literária, porque esse vídeo aqui só reforçou meu atual entendimento. Estou confundida (é uma piada, uma zueira).
    Abs professor.

  • Rpz, que canal sublime!

    Tenho o costume de colocar vídeos para ouvir enquanto reviso alguma coisa do trabalho que não precise de tanta atenção. Caí num vídeo do professor e simplesmente não consigo deixar de prestar atenção do que ele transmite.

    Ganhou um inscrito!

  • O Idiota, se quer me atreveria em afirmar ser ruim, pelo contrário…

    Por ser uma obra com muitas conversas muito longas entre os personagens, assim como longos os capítulos que acontecem nessas conversas, me deu um desconforto muito grande, mas entendo perfeitamente que essa é a forma como Dostoiévski escreve.

    Além do fato, do dia a dia às vezes pesar um pouco a nossa mente, é uma obra "que pelo menos de mim" me cobra um certo estado de mente mais tranquilo, mais inspirado.

    Hoje estou fazendo a releitura desta obra, mas bem vagarosamente, bem mais que outras obras do autor que não exigiram tanto de mim.

    Bem aos pouquinhos, estou avançando e a leitura desta obra vem sendo mais prazerosa e com maior entendimento.

  • Gostei demais do vídeo! Estou pensando algo parecido enquanto leio O morro dos ventos uivantes. Sei que está dando o que falar, por causa do filme, mas aproveitei pra ler, e estou lendo em inglês, o que traz uma experiência linguística diferente. Percebo isso na forma escrita e no sotaque dos personagens, o que a gente perde, muitas vezes, com a tradução.
    Mas a minha pergunta é mais direcionada as partes da história que não são bem contadas no livro. Isso tem me feito imaginar muito como essas situações podem ter se desdobrado numa época distante da nossa. Um exemplo é o enriquecimento de Heathcliff, ou até mesmo a gravidez de Catherine. O fato de o livro ser tão bem escrito, mas não dar todos os detalhes e explicações, é desconfortável, porque gostaria de sabe, mas é também curioso, porque envolve a perspectiva da narradora, que não é onipresente.

  • Professor, esse vídeo veio ao encontro de tudo o que eu penso sobre literatura e arte!! Realmente, como diz a frase irônica na música Bienal de Zeca Baleiro, "é preciso ler o segundo caderno" kkkkk Professor eu li o livro O vermelho e o negro de Stendhal e não entendi foi nada!!! Apesar disso, eu nunca falei mal da obra porque, realmente posso não ter compreendido, posso ter lido com superficialidade, mas, tá aí, uma obra que eu gostaria de saber a sua opinião. Sobre a obra de Kafka, desde a primeira vez que eu li, precisei tomar fôlego pela compreensão do que o texto trazia em suas entrelinhas; eu me emocionei e fiquei a divagar sobre os diversos Gregor Samsa, que conheci ou de que tive notícia. Obrigada por mais esse vídeo. Eu sempre aprendo muito com você! Abs

  • Se você ler um livro sem conhecer o autor e te pedirem para avaliar você vai ao cânone para embasar sua crítica.
    Se o seu gosto coincidiu com o cânone ok, se não esta lá no cânone você já balança e se não coincidiu você é obrigada a reconhecer que neste caso específico a obra é boa MAS você tem lá suas restrições.

  • Rudy Kurniawan foi o maior falsificador de vinhos e conseguiu enganar os "especialistas" que compravam a preço de ouro o vinho "de excelente qualidade". Eu acho que os críticos de arte em geral vão validando o que já é senso comum e nunca se opõe por medo de ser acusado "não ter entendido a obra".
    Quantos Rudy Kurniawan existem por ai?

  • Rodrigo, recomendo efusivamente a leitura do livro “da arte do belo” do professor Carlos Nougué. É uma verdadeira pérola sobre tudo que se trata de arte. Arquitetura, literatura, cinema, música… creio que hoje se torna uma leitura quase obrigatória a quem trabalha com estas artes. Grande abraço.

  • Tenho acompanhado o canal há semanas, mas esse video chamou minha atenção. Tambem identifico uma especie de dogmatismo anti-pragmático na crítica. Como se toda forma de tornar objetiva a análise literária fosse por princípio reducionista, além de uma censura imoral. Foi a primeira vez que vi alguém ter a coragem de enfrentar isso sem se impor pelo argumento da autoridade. Acredito também haver uma percepção majoritária entre leitores atentos quanto à qualidade, ainda que difiram muito quanto ao gosto pessoal. O que não há é maturidade para admitir.

  • Professor, Adoro os clássicos em todas as áreas. Mas, sempre me vem um questionamento: será que os escritores, escultores e ouros, hoje considerados clássicos, tinham consciência do que estavam construindo/produzindo?! Agradeço contribuições.🙏

  • "perceptível nas linhas, e não explícito verbalmente". Quando penso(lacuna)-lembro(ambiguidade) da escrita machadiana… cogitar a possibilidade de "traiu OU não traiu" ser o centro gravitacional de uma arte de Machadinho não me parece razoável.

  • 1° movimento: admirem a pietà, um primor, é o que é, fala por si mesma… agora admirem esse pedaço de madeira mal-esculpida que só adquire valor pelo que se inventa ou imagina a sua volta.
    2° movimento: olhe este livro, que bela porcaria em vista de uma comunicação textual que se faz primorosamente clara… agora olhe este outro, quão admirável em seus rabiscos esquizofrênicos que permitem imaginar tantas possibilidades em meio ao que não é dito em suas linhas.
    o.O

SSD Kingston NV3 1TB M.2 2280 PCIe 4.0 NVMe 6000 MB/s

Patrocinado