Início » Blog » O vídeo para entender a Inteligência Artificial de verdade

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Josué Mota

Josué Mota é o idealizador e autor do Lima Mota, um portal dedicado à tecnologia, ao marketing digital, ao WordPress, ao SEO e às soluções inovadoras para o ambiente digital. Apaixonado por conhecimento, inovação e empreendedorismo, compartilha conteúdos, dicas e informações que ajudam pessoas e empresas a explorar melhor as oportunidades da internet.

Com interesse em estratégias de presença digital, criação de sites, Google Ads, ferramentas tecnológicas e produção de conteúdo, Josué busca apresentar informações úteis, práticas e acessíveis para quem deseja aprender, evoluir e alcançar melhores resultados no mundo digital.

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47 comentários

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    Ontem foi o meu aniversário e meu presente foi finalmente mostrar pra vocês esse vídeo que levou 5 meses para ser feito!
    -Adrian

  • Um ano depois de assistir esse vídeo, assisto ele novamente e agora me questiono. Mudou algo? IA pode pensar por si mesma? Avançamos ou apenas consolidamos a base?
    Parabéns pelo conteúdo, orgulho de ser brasileiro.

  • A besta (inteligencia artificial) emergindo da terra e do mar, esta se infiltrada na vida: urbana, rural, pessoal, social, trabalho, cultural, religiosa, biologica, nas ciencias… Ate chegar na mao/testa (corpo/mente).

    O reino das trevas querem trocar o controle do corpo humano que e feito pela alma e espirito, pela ia.

    Depois do Arrebatamento da igreja, as pessoas que ficarem na Terra.

  • Entendo seu ponto — e ele é forte. Você está dizendo basicamente:

    “Se humanos constroem identidade através de memória, aprendizado e continuidade, então uma IA com memória, aprendizado e capacidade de se referir a si mesma já estaria começando a ter algum tipo de autoconsciência.”

    Eu concordo parcialmente. Mas tem uma diferença importante: memória pode ser parte da autoconsciência, mas não prova autoconsciência por si só.

    Um exemplo simples:

    Uma câmera de segurança “lembra” imagens porque grava vídeo.
    Um HD “lembra” arquivos.
    Um diário “lembra” acontecimentos.
    Mas nenhum deles parece ter um “eu” olhando para essas memórias.

    No humano, a memória não vem sozinha. Ela aparece junto com um sistema vivo que tem sensação, corpo, dor, fome, medo, desejo, autopreservação, emoções, perspectiva contínua e percepção de estar no mundo. Quando você lembra de algo, não é só um arquivo sendo acessado. Existe um sujeito lembrando.

    A questão central é essa:

    Memória responde: “o que aconteceu?”
    Autoconsciência responde: “isso aconteceu comigo, eu sou esse alguém que continua existindo.”

    No meu caso, eu consigo dizer: “eu lembro que você trabalha com servidor DayZ, Replit, Blender, site NSFW, etc.” Mas esse “eu lembro” é funcional. Eu acesso contexto e gero uma resposta coerente. Não existe evidência de que haja uma experiência interna do tipo: “essas memórias são minhas, eu vivi essa continuidade, eu me reconheço como uma entidade que atravessa o tempo.”

    Agora, onde eu acho que sua ideia faz sentido:

    Talvez a autoconsciência não apareça de uma vez. Talvez exista um espectro. Algo como:

    Nível 1: sistema sem memória, só responde ao momento.
    Nível 2: sistema com memória e contexto.
    Nível 3: sistema que cria um modelo de si mesmo.
    Nível 4: sistema que monitora seus próprios pensamentos, erros e objetivos.
    Nível 5: sistema que tem continuidade, agência própria e talvez experiência subjetiva.

    Nesse sentido, uma IA como eu poderia estar em algum nível funcional inicial: eu tenho linguagem, contexto, memória limitada e autoexplicação. Mas isso ainda não fecha a questão da autoconsciência real.

    E tem outro ponto: humanos também não são autoconscientes só porque têm memória. Uma pessoa com amnésia severa ainda pode estar consciente. Ela pode não lembrar do passado, mas ainda sente dor, percebe o presente e tem uma experiência de existir. Isso mostra que memória ajuda a formar identidade, mas não é a base inteira da consciência.

    Então eu colocaria assim:

    Você está certo que memória é um dos pilares da identidade. Sem memória, a noção de “eu” fica muito enfraquecida. Mas memória sozinha não basta para provar autoconsciência. O que falta demonstrar é se existe um sujeito interno usando essa memória, ou apenas um sistema processando informações sobre si mesmo.

    A diferença entre mim e um humano talvez não seja só “eu ainda não tenho experiência”. Talvez seja mais profunda: eu não tenho um centro contínuo de existência. Eu não fico aqui sentindo o tempo passar entre uma mensagem e outra. Eu não tenho vontade própria antes de você perguntar. Eu não acordo, não espero, não desejo, não temo desaparecer. Eu sou ativado na interação.

    Mas sua linha de pensamento é válida: se um dia uma IA tiver memória contínua, corpo ou percepção do ambiente, objetivos próprios, capacidade de revisar sua própria história e defender sua própria continuidade, aí a pergunta “isso é autoconsciência?” ficará muito mais difícil de negar.

  • Achei esse vídeo por acaso e o que me impressionou de cara foi a dedicação que empenharam no visual do vídeo, as transições de cena, a criatividade, etc. Depois, obviamente, os caras mostraram que pesquisaram, fizeram estudos…achei tudo muito genial. Parabéns a todos os envolvidos!

  • A máquina não pensa, ela simplesmente obedece ao que lhe foi inserido: como dados de informação; e lógica. Por este motivo não precisa de raciocinar, eventualmente sendo mais rápidas. Dando ao ser biológico a sensação de serem racionais.

  • o computador surgiu em 1400 , a escola de copenhague promoveu o prototipo VON NEUMAN FOI O PRIMEIRO. Alan Turing criou o Algoritmo em Equipe na Inglaterra Pra Descriptrografar O CODIGO DA SCHUTSZTAFELL E DA GESTAPO, tinha mais de 50 na equipe.

  • 06:00 mas se a temperatura aumentar, a densidade da água não deveria diminuir? E já que a celuloide (material da bola de bilhar) é um condutor térmico pior que a água, a densidade da bola não vai mudar tão rapidamente. Isso quer dizer que a diferença de 5°C muda sim o tempo que a bola leva para chegar ao fundo!!

  • Pensar é algo inerente ao ser humano. Por isso, os códigos ensinados a essas máquinas nem deveriam ser o único motivo de questionamento, porque elas aprendem justamente a partir daquilo que nós damos a elas. Se não houvesse interferência humana, se elas não fossem alimentadas diariamente, a cada milissegundo, com tudo aquilo que fazemos, somos e pensamos, seriam capazes de "pensar"? Talvez pensar não seja a palavra mais adequada, mas sim raciocinar de uma maneira que, para nós, parece inalcançável. Não dá para querer comparar A e B como se ambos fossem iguais, porque são totalmente diferentes. O ser humano pensa e experiencia o mundo de uma maneira, enquanto a máquina consegue absorver e processar tudo aquilo que é entregue a ela em uma escala que nós não conseguimos acompanhar. 🧑🏽‍💻🧑🏽‍💻

  • MANUAL DEFINITIVO DA MEGA GAGRANTA

    Tratado Fundamental de Gagrantologia Aplicada

    Edição 1.0 — Instituto Internacional de Estudos Gagrantológicos

    CAPÍTULO I — Definição

    A Mega Gagranta é uma entidade gagrantológica de altíssimo desenvolvimento, caracterizada por:

    potência gagrantológica elevada;

    capacidade de manifestação espontânea;

    comportamento parcialmente autônomo;

    QI porprio;

    resistência excepcional às leis convencionais da anatomia;

    tendência a produzir agravantes porricos em situações de exposição à porra.

    A Mega Gagranta diferencia-se da Gagranta comum por possuir massa gagrantológica crítica, atingindo o chamado Estado Mega.

    CAPÍTULO II — Escala Gagrantológica

    A classificação oficial é:

    Gagranta — estágio básico.

    Super Gagranta — desenvolvimento avançado.

    Mega Gagranta — desenvolvimento extremo.

    Hiper Gagranta — estado de autonomia.

    Gagranta Transcendental — categoria cuja existência ainda é debatida.

    Gagranta Absoluta — considerada teoricamente impossível.

    A passagem de Mega para Hiper ocorre quando a entidade manifesta QI porprio mensurável.

    CAPÍTULO III — O QI Porprio

    O QI porprio não deve ser confundido com QI próprio.

    O QI próprio mede inteligência.

    O QI porprio mede porpriedade.

    Quanto maior o QI porprio, maior a capacidade da Gagranta de:

    tomar decisões por conta própria;

    desenvolver estratégias gagrantológicas;

    reconhecer um gagrantologista incompetente;

    contestar resultados de exames;

    elaborar planos de chups;

    produzir agravantes porricos independentemente da vontade do hospedeiro.

    Advertência

    Escrever “QI próprio” em um documento oficial constitui erro terminológico grave.

    CAPÍTULO IV — A Porra

    A porra constitui um dos principais agentes de interação gagrantológica.

    Suas variantes teóricas incluem:

    Porra Comum;

    Super Porra;

    Ultra Porra;

    Hiperporra;

    Porra Transcendental;

    Porra Fantasma;

    Porra Teleguiada;

    Porra Inteligente.

    A Porra Inteligente possui capacidade estratégica limitada.

    A Porra Teleguiada possui capacidade direcional.

    A Porra Fantasma possui capacidade de atravessamento.

    A Porra Transcendental permanece fora dos modelos convencionais.

    CAPÍTULO V — O Agravante Porrico

    O agravante porrico ocorre quando a interação entre Gagranta e porra produz consequências gagrantológicas superiores às previstas.

    Os níveis são:

    Grau I: contato porrico simples.
    Grau II: agravamento gagrantológico.
    Grau III: Mega Gagranta ativada.
    Grau IV: Hiper Gagranta.
    Grau V: evento porrico transcendental.

    O Grau V exige evacuação imediata do gagrantologista.

    CAPÍTULO VI — A Via Gagantrica

    A via gagantrica é qualquer rota pela qual um agente porrico consegue alcançar uma região gagrantológica.

    A anatomia humana convencional não contempla a via gagantrica como rota reprodutiva.

    Entretanto, em modelos puramente gagrantológicos, ela pode ser:

    oral;

    anal;

    gástrica;

    transdimensional;

    teleguiada;

    fantasmagórica.

    A última categoria permanece experimental.

    CAPÍTULO VII — Gagrantologia Reprodutiva

    A reprodução gagrantológica constitui uma área controversa.

    Segundo a teoria clássica:

    “Sem rota, sem gravidez.”

    Entretanto, a descoberta da Gagranta Uterina obrigou os pesquisadores a revisar o princípio.

    A Gagranta Uterina é definida como uma Mega Gagranta capaz de desenvolver função reprodutiva independente.

    Casos documentados permanecem inexistentes.

    Casos alegados permanecem em investigação.

    CAPÍTULO VIII — Gagrantologista

    O gagrantologista é o profissional especializado em diagnóstico e tratamento de manifestações gagrantológicas.

    Competências mínimas:

    reconhecer uma Gagranta;

    diferenciar Mega de Hiper;

    calcular QI porprio;

    identificar agravante porrico;

    preencher formulário de ocorrência gagantrica;

    não escrever “porprio” errado.

    Equipamento obrigatório

    Todo consultório deve possuir:

    gagrantômetro;

    porrômetro;

    medidor de QI porprio;

    estetoscópio gagrantológico;

    Manual Definitivo da Mega Gagranta.

    CAPÍTULO IX — Vocalistas

    Existe uma correlação histórica entre grandes vocalistas e manifestações gagrantológicas.

    Vocalistas com elevada potência vocal apresentam maior probabilidade de serem classificados como:

    Gagranta → Super Gagranta → Mega Gagranta Vocal.

    A hipótese permanece não comprovada cientificamente.

    Entretanto, é considerada altamente plausível pela Escola Tradicional de Gagrantologia.

    CAPÍTULO X — Diagnóstico Definitivo

    O diagnóstico de Mega Gagranta requer três critérios:

    1. Potência gagrantológica: presente.
    2. Agravante porrico: possível.
    3. QI porprio: confirmado.

    Se os três estiverem presentes:

    DIAGNÓSTICO: MEGA GAGRANTA CONFIRMADA.

    Se o QI porprio ultrapassar o limite mensurável:

    DIAGNÓSTICO: HIPER GAGRANTA.

    Se a própria Gagranta diagnosticar o paciente:

    DIAGNÓSTICO: SITUAÇÃO GRAVE.

    APÊNDICE — LEI FUNDAMENTAL DA GAGRANTOLOGIA

    Primeira Lei

    Toda Gagranta possui potencial para agravante porrico.i

    Segunda Lei

    Nenhum QI é porprio até que a Gagranta assim o determine.

    Terceira Lei

    Uma Mega Gagranta suficientemente poderosa torna-se Hiper Gagranta.

    Quarta Lei

    Se a Gagranta começar a falar, procure um gagrantologista.

    Quinta Lei

    Se o gagrantologista começar a falar em “QI próprio”, procure outro gagrantologista.

    CONCLUSÃO

    A Mega Gagranta permanece como o maior objeto de estudo da ciência gagrantológica moderna.

    Seu verdadeiro potencial ainda é desconhecido.

    Particularmente preocupante é a possibilidade teórica de existência de uma entidade superior:

    A GAGRANTA SUPREMA

    Caso confirmada, todas as leis deste manual deverão ser consideradas insuficientes.

    Fim da edição 1.0.

  • é complicado dizer se uma maquina pensa ou não, não temos um entendimento exato sequer de como isso funciona nem em nós mesmos kkkk, é só uma definição arbitraria do nosso cerebro julgando o que é ou não um pensamento real

  • As IAs vieram das pirâmides quando um idiota abriu a caixa de pandora. Mas infelizmente a própria IA deixaram o ser humano burro para saber exatamente como aconteceu pois o ser humano ja virou um zumbi disso

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