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Josué Mota

Josué Mota é o idealizador e autor do Lima Mota, um portal dedicado à tecnologia, ao marketing digital, ao WordPress, ao SEO e às soluções inovadoras para o ambiente digital. Apaixonado por conhecimento, inovação e empreendedorismo, compartilha conteúdos, dicas e informações que ajudam pessoas e empresas a explorar melhor as oportunidades da internet.

Com interesse em estratégias de presença digital, criação de sites, Google Ads, ferramentas tecnológicas e produção de conteúdo, Josué busca apresentar informações úteis, práticas e acessíveis para quem deseja aprender, evoluir e alcançar melhores resultados no mundo digital.

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36 comentários

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  • 📚 Livros citados (https://amzn.to/4eYhkT1):

    O Hobbit – J.R.R. Tolkien

    O Estrangeiro – Albert Camus

    O Mito de Sísifo – Albert Camus

    A Peste – Albert Camus

    Noites Brancas – Fiódor Dostoiévski

    O Sonho de um Homem Ridículo – Fiódor Dostoiévski

    Crime e Castigo – Fiódor Dostoiévski

    O Cheiro do Ralo – Lourenço Mutarelli

    O Natimorto – Lourenço Mutarelli

    A Arte de Produzir Efeito Sem Causa – Lourenço Mutarelli

    O Vampiro de Curitiba – Dalton Trevisan

    Novelas Nada Exemplares – Dalton Trevisan

    A Dama do Cachorrinho e Outros Contos – Anton Tchekhov

    1984 – George Orwell

    Admirável Mundo Novo – Aldous Huxley

    A Tempestade – William Shakespeare

    Papéis Avulsos – Machado de Assis

    Dom Casmurro – Machado de Assis

    Eu, Robô – Isaac Asimov

    Poesia Completa de Alberto Caeiro – Alberto Caeiro (Fernando Pessoa)

    Livro do Desassossego – Bernardo Soares (Fernando Pessoa)

    Mensagem – Fernando Pessoa

    Coração das Trevas – Joseph Conrad

    A Metamorfose – Franz Kafka

    O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald

    O Curioso Caso de Benjamin Button – F. Scott Fitzgerald

    Primeiras Estórias – Guimarães Rosa

    Grande Sertão: Veredas – Guimarães Rosa

    Tutaméia (Terceiras Estórias) – Guimarães Rosa

    O Guarani – José de Alencar

    Maus – Art Spiegelman

    Diomedes – Lourenço Mutarelli

    Transubstanciação – Lourenço Mutarelli

    Persépolis – Marjane Satrapi

    Palestina – Joe Sacco

    300 – Frank Miller

    Watchmen – Alan Moore

    Ficções – Jorge Luis Borges

    O Aleph – Jorge Luis Borges

    O Livro de Areia – Jorge Luis Borges

    Vidas Secas – Graciliano Ramos

    Angústia – Graciliano Ramos

    São Bernardo – Graciliano Ramos

    Gênese e Desenvolvimento de um Fato Científico – Ludwik Fleck

    O Dossel Sagrado – Peter Berger

    Contos Completos – Murilo Rubião

    Café da Manhã dos Campeões – Kurt Vonnegut

    Matadouro 5 – Kurt Vonnegut

    Cama de Gato – Kurt Vonnegut

    Dublinenses – James Joyce

    O Senhor dos Anéis – J.R.R. Tolkien

  • Minha filha vira lata se chama Baleia por conta do Vidas Secas, eu fiquei tão impactada com o Fernando desse livro, pela identificação com ele… que dei o nome da "pessoa" mais importante da minha vida de Baleia, e realmente, ela honrou e ainda honra o nome dela diariamente
    Fiquei muito feliz com teu comentário sobre o livro! Parabens, excelente corte ❤

  • Engraçado, vc falou tão bem de Vidas secas mas foi um dos clássicos que não me pegaram, só não larguei no meio pq achei que nunca mais eu teria saco pra começar de novo, aí terminei, mas foi uma experiência terrível de leitura, do início ao fim. Outro que achei chatíssimo foi A hora da estrela.

  • um contraste enorme, eu leio livros desde de criança e vc começou agr adulto! Realmente nunca é tarde para começarmos nada, apenas comecem!
    Minha coleção de livos tá começando agr kkkkk a sua já tá uma baita coleção.
    Eu li e comprei livros fictícios, de jogos, romances, poemas, hqs, acadêmicos, artigos, mangás….

  • Por volta de 11 min, quando ele pega o livro do Alberto Caeiro, eu fiquei – não sei por que – impressionado do livro existir e não ser uma tela de fundo…
    E sim, apesar de ser de Letras, Alberto Caeiro também é o meu preferido e o próprio Pessoa, embora toque meu intelecto, não toca o coração. É estranha história isso?

  • meu comentário é insignificante aqui. Estou em crise? Acho que escrevo pra mim mesmo – isso importa? Por que estou me justificando? Quem se importa, Gabriel?
    A minha trajetória pré acadêmica e acadêmica são muitíssimo parecidas, em termos de interesses – e caminhos para esses interesses. Mas somente até esse ponto, pois ainda não fui adiante ná pós graduação (fui até o meio do caminho no mestrado e simplesmente não consegui concluir a dissertação pois não fazia mais sentido existencialmente pra mim – estava trabalhando com história e literatura, e inclusive com os romances do Graciliano Ramos).
    Hoje me sinto estagnado. Estou concursado no Estado de Santa Catarina, no ensino fundamental e médio, com carga horária que mata qualquer possibilidade de seguir adiante em termos de títulos acadêmicos. Mas sigo centrado em novas reflexões, há um bom tempo me concentro nos textos do Rüsen, mas sempre lendo, escrevendo e refletindo pra mim mesmo (não sei se essa parte da trajetória se assemelha, mas teoria da história sempre foi meu campo favorito – tentei insistir em história e literatura, mas só conseguia ficar na reflexão teória, irônicamente).
    Essa situação é absolutamente frustrante. Estou no meio do Vale do Contestado, no interior do interior, sem companhias para uma boa conversa (e zero habilidades e pouca disposição para com as redes sociais), sem uma universidade pública por perto para frequentar (a UNIARP, privada, tem a barreira do custo para realizar esse passo adiante, e também não acho correta a ideia de pagar para ter a oportunidade de produzir uma reflexão – com toda a humildade, não querendo dizer que seja algo significante ou de relevância uma possível produção minha).
    Repito, é absolutamente frustrante. Desde os 17 anos – quando entrei na universidade – o conhecimento histórico se tornou o que move e dá sentido a minha vida. Minha paixão não são os eventos históricos, conhecê-los. É produzir a reflexão, não fechar o círculo, poder manter o debate vivo. E isso é um grande desafio no ensino básico. Dou o máximo de mim para isso, mas é cada vez mais difícil pescar uma geração quando nos distanciamos dela – com 28 anos, a distância já é considerável para o ensino fundamental.
    Incompetência minha essa situação? Talvez. Me sinto a expressão do fracasso e destinado a ele. Quais as chances de me tornar um professor velho e amargurado cumpridor de burocracias e nada mais? Me recuso a isso, e ao mesmon tempo não sei o que fazer. O que me move é minimamente instigar a reflexão e possibilitar um debate. Mas além do cenário complicado da educação básica e da péssima situação em que me encontro em termos geográficos, chega a dar dor no estômago lembrar da batalha de egos implícita muitas vezes no âmbito acadêmico, pra não dizer coisa pior (ao menos foi a minha experiência em muitos momentos na trajetória acadêmica).
    O que me resta?
    Não sei se me faço compreensível.
    Mas teu trabalho é inspirador, não à toa recomendo com muita frequência aos meus alunos, e em momentos oportunos até coloco em sala de aula.
    Quem se importa com tudo isso?
    Enfim, obrigado, parabéns e todo sucesso do mundo para você, Estranha! Teu trabalho é NECESSÁRIO nos dias de hoje.

  • O livro que mudou a minha vida e me tornou um leitor aos 12 anos de idade, foi o Livro "Eram os deuses astronautas", eu fiquei alucinado por livros de mistério e alienígenas. Depois li "triângulo das bermudas", "o 12° planeta", o mistério de Atlântida", dentre tantos outros relacionados a alienígenas e mistério. Só me libertei dessa literatura na faculdade cursando história. Deixei de ser um crente em vida alienígena, passei pela fase em que queria acreditar na existência, até chegar na atualidade que considero muito provável a existência de vida fora da terra mas essa vida nunca nos contatou. Tenho saudade da paixão que esse tema me despertava na época. Os anos 90 era muito bom. Os clássicos da literatura, filosofia, sociologia e história só conheci na faculdade.

  • A editora princips pega livros que ja tem dominio publico e distribui de mandeir bem batat, o que ao me ver, democartiza o acesso a grandes obras. Já li muito Princips, como Noites Brancas, Gente Pobre, a Odiaseia, Iliada, Divina Comedia, Irmaos Karamazov, e etc.. nunc apagueu mais de 15 reais em um livro.

  • É isso gente. Um vídeo de 40 minutos só conversando sobre leitura, incentivando a leitura de todo mundo, e demonstrando que nunca é tarde para começar e desenvolver o hábito. É disso que precisamos aqui no youtube e pro povo brasileiro! <3

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